Publicado por: Roberto Muniz Dias em: setembro 11, 2010
As pedras começaram a cair
Apenas me restava a corrida
O peso da verdade se estilhaçava penetrando a minha atmosfera
Mas os fragmentos iluminavam a inocência de nossas vontades
Caiam como se fossem estrelas cadentes logo após de permitirem-me os pedidos
E eu me perdia na razão desses pedidos
Pareciam sem sentido diante da grandeza de um amor de começo
E não precisava do brilho, do show, da queda!
Eu me bastava na minha insolência contra meu diabinho
A única coisa válida era o carinho criado com carinho
Mas uma pedra se insurgiu, partiu direto como se não pudesse parar
Lascou meu teto de vidro temperado
Tudo se esfatifou em pedaços redondos, não mortais
Mas como se avisasse uma mensagem violenta
Deixou apenas o calor da dor
E não precisava do brilho, do show, da queda!
Eu me bastava na minha insolência contra meu diabinho
A única coisa válida era o carinho criado com carinho